ADUBOS E FERTILIZANTES

ADUBO GRANULADO NPK 10-10-10 

KILO 10,00

TEMOS UM ADUBO PRÓPRIO PARA FRUTIFERAS POR 10,00 O KILO, ÓTIMO PARA QUEM COMPRA AS FRUTÍFERAS COMIGO PORQUE JÁ APROVEITO PARA MANDAR JUNTO COM AS MUDAS SEM O VALOR DO FRETE, (FRETE GRÁTIS)

VEJA AQUI INFORMAÇÕES SOBRE ADUBOS

Adubar uma planta é fornecer nutrientes que serão utilizados na produção do alimento que ela precisa. As plantas, diferentemente de nós, produzem seu próprio alimento, que pode aumentar ou diminuir de qualidade e quantidade em função dos nutrientes disponíveis no processo de produção. Quando adubamos uma planta, estamos enriquecendo o solo e disponibilizando um estoque de nutrientes para que o alimento por ela produzido seja de qualidade e possa suprir todas as suas necessidades. Bem nutridas, as plantas nos retribuem com a beleza de suas folhagens e muitas flores e frutos.
.

Tipos de adubos

.

Químicos ou minerais

Adubos constituídos de compostos químicos inorgânicos, sintetizados em laboratório ou retirados de rochas.
Vantagens: Liberação rápida. Devido à rápida absorção, alguns já podem ser localizados na planta em questão de horas. Baixo custo e alto rendimento.
Desvantagens: Curta duração e risco de queima da planta quando utilizados em excesso ou deixados em contato direto com folhas e troncos.

Orgânicos

São os fertilizantes constituídos de compostos orgânicos de origem vegetal ou animal.
Vantagens: Liberação lenta, alta durabilidade no solo. Além de fornecer nutrientes, a incorporação de matéria orgânica traz uma série de outras vantagens: ajuda a evitar a compactação do solo, que impede a oxigenação e dificulta o desenvolvimento das raízes; ajuda as plantas a absorverem melhor os nutrientes minerais; e serve de alimento para uma série de organismos essenciais para o bom desenvolvimento das plantas, desde minhocas até bactérias diversas.
Desvantagens: Demoram mais tempo para serem aproveitados pelas plantas, uma vez que precisam passar por processos químicos para poderem ser absorvidos. São economicamente inviáveis para culturas com grande necessidade nutricional, como os cereais.
.

Principais adubos orgânicos

.

Húmus de Minhoca

O húmus é resultado do processamento dos nutrientes presentes no esterco bovino que, depois de passar pelo organismo das minhocas, fica totalmente solubilizado, tornando mais fácil sua assimilação pelas plantas. Rico em matéria orgânica, além de fertilizar, o húmus recupera as características físicas, químicas e biológicas do solo natural, favorecendo, assim, o bom desenvolvimento das plantas.

Esterco

Os mais utilizados são os de gado e de frango. O esterco de gado contém maior quantidade de fibras, o que evita a compactação do solo e ajuda a reter maior quantidade de água. O de frango, por sua vez, é mais concentrado, extremamente rico em nutrientes. Porém, a grande quantidade de alguns elementos aumenta o risco de tornar o solo mais ácido e salino.

Atenção: Todo esterco só deve ser utilizado se estiver curtido, pois o esterco fresco pode queimar as plantas.

Torta de Mamona

É o bagaço que sobra após a retirada industrial do óleo de mamona. Além de ser muito rica em nitrogênio (cerca de 5%) ainda possui ação nematicida (os nematoides são vermes que atacam as raízes das plantas).

Embora excelente para as plantas, ela é extremante venenosa para os animais de estimação. Além da ricina (veneno presente na mamona), há concentrações elevadas de metais pesados como o cádmio e o chumbo.

Farinha de ossos

Resultante da moagem ou autoclavagem de ossos de boi, a farinha de ossos é rica em cálcio, fósforo e matéria orgânica. É muito indicada para utilização em plantas floríferas e no controle da acidez do solo.

Um solo rico precisa apresentar todos os componentes essenciais ao desenvolvimento de uma planta. Alguns desses componentes são necessários em quantidades maiores e são denominados macronutrientes: nitrogênio, fósforo e potássio. Outros, apesar de essenciais nas reações químicas e fisiológicas das plantas, são utilizados em quantidades menores, são os micronutrientes: cálcio, magnésio, enxofre, boro, cloro, cobre, ferro, manganês, zinco e molibdênio.
.

Conheça o papel de cada nutriente

.

Macronutrientes

Nitrogênio (N):

Tem ação na parte verde da planta, as folhas. É um dos principais componentes das proteínas vegetais, sem ele as plantas não podem realizar a fotossíntese nem a respiração. Atua no crescimento e nas brotações da planta. Sem nitrogênio, a planta não cresce normalmente, se torna pequena e com um menor número de folhas.

Como perceber se está faltando: A presença de folhas amareladas é um bom indício de falta de nitrogênio.

Onde encontrar:
Químicos: Ureia, Sulfato de Amônio, Salitre do Chile e adubos compostos com grande percentual de N, como NPK 20.05.20.
Orgânicos: Esterco bovino e de aves, húmus de minhoca e farinha de peixe.

Fósforo (P):

Atuando principalmente na floração e na maturação e formação de frutos, no crescimento das raízes e na multiplicação das células, o fósforo é essencial às plantas e deve estar presente em uma forma inorgânica simples para que possa ser assimilado.

Como perceber se está faltando: Atraso no florescimento, flores quebradiças e pequeno número de frutos e de sementes.

Onde Encontrar:

Químicos: Superfosfatos, Termofosfatos e adubos compostos com alto percentual de P, como NPK 04.14.08.
Orgânicos: Farinha de ossos e Farinha de peixe.

Potássio (K):

Essencial para o crescimento e responsável pelo equilíbrio de água nas plantas. Atua no tamanho e na qualidade dos frutos e na resistência a doenças e falta de água.

Como perceber se está faltando: Crescimento lento, raízes pouco desenvolvidas, caules fracos e muito flexíveis e formação de sementes e frutos pouco desenvolvidos.

Onde Encontrar:

Químicos: Cloreto de Potássio, Sulfato de Potássio e em adubos compostos com alto percentual de K, como NPK 20.05.20.
Orgânicos: Cinza de madeira e esterco bovino.

Micronutrientes Principais

Cálcio (Ca):

Principal componente da parede celular, é importante para a formação de novas células, desenvolvimento de frutos, raízes e caules.

Como perceber se está faltando: Frutos deformados e manchados, pontas murchas e retorcidas nas folhas mais novas, raízes fracas e mal formadas.

Onde Encontrar:

Químico: Calcáreo dolomítico.
Orgânicos: Farinha de ossos, cinza de madeira.

Magnésio (Mg):

Principal componente da molécula de clorofila, o magnésio é fundamental para a fotossíntese.

Como perceber se está faltando: As folhas mais velhas ficam sem coloração, apesar das nervuras permanecerem verdes.

Onde Encontrar:

Químico: Calcáreo dolomítico
Orgânicos: Cinza de madeira e húmus de minhoca.

Enxofre (S):

Participa ativamente da fotossíntese.

Como perceber se está faltando: Na sua falta, as folhas não se desenvolvem bem e caem com facilidade, vão perdendo a cor verde e ficando com uma tonalidade avermelhada. Ocorre diminuição no volume de flores e na produção de frutos.

Onde Encontrar:

Químicos: Sulfato de Amônio, Superfosfato Simples.
Orgânicos: Esterco de frango e de boi.

Micronutrientes Secundários

Boro: Atua na formação dos frutos que, em sua falta, tornam-se feios e deformados. Há reflexos também nas folhas novas, que se tornam deformadas e caem. As raízes escurecem e podem morrer.

Cloro: Atua nas reações hídricas da planta. Normalmente presente nos solos, costuma ser desnecessário na adubação.

Cobre: Age nas folhas, no processo de fotossíntese. Na sua falta, as folhas mais novas ficam com as pontas enroladas.

Ferro: É um componente importante na formação da clorofila. A deficiência de ferro causa a perda da cor verde das folhas, que vão adquirindo uma tonalidade amareloesbranquiçada.

Manganês: Também atua na formação da clorofila, e sua falta pode causar mudança de coloração entre as nervuras das folhas.

Zinco: Faz parte da formação de enzimas responsáveis pelo crescimento celular, sua falta pode fazer com que as folhas novas não se desenvolvam corretamente.

Molibdênio: Sem ele, a planta não consegue absorver o nitrogênio.
.

Vale a pena conhecer

.
Compostos Orgânicos: Material resultante da compostagem, nome dado ao processo biológico de decomposição da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal. Na compostagem, os microrganismos convertem a parte orgânica dos resíduos sólidos em material estável, tipo húmus, conhecido como composto orgânico. Este composto, que pode ser feito até com restos de lixo doméstico, além de ser um excelente adubo orgânico, contribui ambientalmente para a reciclagem.

Substratos: Substrato é a base sobre a qual as plantas se desenvolvem. Serve como sustentação e como fonte de nutrientes. Não existe uma fórmula ideal de substrato, por isso, cada especialista cria a sua, na maioria das vezes envolvendo terra, húmus de minhoca, areia, turfa, vermiculita ou casca de pinus. O importante é que ele seja fértil, fino, com boa capacidade de absorção e drenagem de água e completamente livre de pragas. São especialmente indicados para cobertura de gramados e nas covas onde as plantas serão plantadas.

Condicionadores ou corretivos de solo: Os condicionadores ou corretivos de solo não são considerados fertilizantes, mas atuam diretamente na correção do pH e de algumas outras características do solo. A correção adequada do pH do solo é uma das práticas que mais benefícios trazem ao jardim, pois está diretamente relacionada à saúde e ao bom desenvolvimento das plantas. Os condicionadores de solo proporcionam uma combinação favorável de vários efeitos, dentre os quais se mencionam os seguintes:

• eleva o pH;
• diminui ou elimina os efeitos tóxicos do alumínio, manganês e ferro;
• diminui a “fixação” de fósforo;
• aumenta a disponibilidade do NPK, cálcio, magnésio, enxofre e molibdênio no solo;
• aumenta a eficiência dos fertilizantes;
• aumenta a atividade microbiana e a liberação de nutrientes, tais como nitrogênio, fósforo e boro, pela decomposição da matéria orgânica;
• reduz o desenvolvimento de fungos e pragas que preferem solos ácidos.

Muitos materiais podem ser utilizados como corretivos do solo. Os principais são: calcáreo dolomítico, cal virgem, gesso agrícola, conchas marinhas moídas e cinzas. Tanto a eficiência como o preço é bastante variado para cada tipo de corretivo.
.

Como e quando adubar

.
Boa parte dos nutrientes é levada pela água, o que faz com que precisem ser repostos regularmente. Uma boa medida é alternar adubos orgânicos trimestralmente e adubos químicos quinzenalmente ou mensalmente, de acordo com a formulação, época do ano e tipo de planta (verifique indicações nas embalagens dos produtos).
Mais importante do que adubar muito é adubar sempre. Adubar rotineiramente a planta, além de deixá-la vigorosa e bonita, aumenta sua resistência a pragas e doenças.
.

Quando não adubar

.
Evite adubar as plantas durante a floração e no momento do transplante, nesse caso, espere cerca de quatro semanas para começar o esquema de adubação.

por Alexandre Bacelar

Fonte: http://www.casacampoecia.com.br/revista/jardinagem/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-adubos-e-fertilizantes

A análise química do solo prediz a disponibilidade dos nutrientes e possíveis barreiras químicas ,como a presença de alumínio, existentes. É o método mais barato, prático e rápido para avaliar a fertilidade do solo. Mas para ter valor, a amostra de solo, deve ser coletada com critério a representatividade.

Recomenda-se para o pomar a ser implantado, a coleta de amostras seis a oito meses antes do plantio, agrupando as áreas pela cor do solo, textura, vegetação e relevo. Cada amostra deve ser composta de 20 a 30 subamostras, tiradas nas profundidades de 0-20 e 20-40cm.

Em pomares já implantados as amostras serão coletadas a cada dois anos no máximo, nas mesmas profundidades, levando-se em consideração além dos fatores já citados a combinação copa x porta-enxertos, idade das plantas, e um intervalo de 60 dias após a adubação, na faixa adubada 50% na projeção da copa e 50% 1/3 além do raio da copa até o 7º ano, a partir de quando se amostrará as entrelinhas.

Análise foliar

A orientação mais segura para a produção do pomar é dada pelas análises de solo e foliar. Esta última indica o estado nutricional da planta, tanto em relação aos macro (nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre)como aos micronutrientes (boro cobre, ferro, manganês, molibdênio e zinco) .

Calagem

Baseando-se na análise do solo é feita recomendação de calagem ou seja a quantidade de calcário necessária para suprir as necessidades de cálcio e magnésio e redução do alumínio.

O cálculo para estimar a quantidade de calcário é feito levando-se em consideração os teores de Ca+2 + Mg+2 e/ou Al+3 – trocáveis e a saturação por bases do solo. Para os citros a saturação por bases ideal está em torno de 70%.

Em condições de sequeiro as formulas usadas são:

NC (t/ha) = 2 x 20 (mmolc/dm3 Ca+2 + Mg+2)/10.

Nc (t/ha) = 2 (mmolc/dm3 Al+3)/10 utilizando-se o maior valor

Ou

Elevando a saturação por bases a 70%

NC (t/ha) = CTC (V2 – V1) 
                     10 PRNT

 

Modo e época de aplicação do calcário

O calcário é aplicado no pomar em qualquer época do ano, considerando se é plantio novo ou em produção. Para pomares novo em formação, o calcário é aplicado a lanço na área total com certa antecedência em relação ao plantio das mudas, incorporando o mais profundamente possível, de preferência antes da aração.

Nos pomares em produção pode-se aplicar em toda área ou em faixas desde que sejam observados a relação quantidade de calcário/área.

Adubação

A adubação pode ser orgânica, mineral ou organo-mineral.

Considerando-se que os pomares cítricos no Brasil estão instalados, em sua maioria, em solos de baixa fertilidade natural, com baixa capacidade de troca de cátions (CTC), baixos teores de matéria orgânica e baixa capacidade de retenção de água, a aplicação dos adubos orgânicos poderá ser altamente benéfica, face aos efeitos que os mesmos exercem no solo. Apesar das vantagens, os baixos teores de nutrientes das fontes orgânicas implicam na utilização de quantidades elevadas destas e a disponibilidade e viabilidade econômica passam a ser fatores limitantes do seu uso. Tudo isto pode ser minimizado se o produtor dispõe desses adubos em sua propriedade ou em áreas próximas, reduzindo assim o custo de transporte, um dos fatores que mais oneram sua utilização.

O desenvolvimento vegetativo da planta cítrica é beneficiado pela aplicação de adubos orgânicos e, quando necessário, de uma parte do adubo fosfatado, na cova de plantio.

A utilização de diferentes fontes orgânicas, tais como esterco de bovinos, de aves e torta de mamona não tem mostrado diferenças nos efeitos observados, ficando a escolha da mesma em função da disponibilidade para o produtor.

Os adubos orgânicos na cova, além de fornecerem nutrientes para a planta, favorecem a atividade microbiológica e melhoram a capacidade de retenção de água pelo solo, condições que podem beneficiar o estabelecimento e desenvolvimento do sistema radicular. Contudo, é importante ter o cuidado de utilizar fontes bem "curtidas" para que a fermentação da mesmas não causem danos à muda, dificultando assim a "pega".

Pode-se aplicar, por cova, de 10 a 20 litros de esterco de bovinos ou 5 a 10 litros de esterco de aves ou ainda 1 a 2 litros de torta de mamona. Juntamente com o adubo orgânico adicionar até 200 g de superfosfato simples, se houver recomendação de adubação fosfatada para o pomar.

As quantidades desses fertilizantes orgânicos recomendadas por planta adulta estão em torno de 20 a 60 litros, equivalentes a 20 a 60 kg de N, 12 a 36 kg de P2O5 e 20 a 60 kg de K2O por hectare, ou seja, metade das doses recomendadas desses nutrientes.

Adubação de plantio

Deve-se realizar a aplicação localizada, no sulco ou cova de plantio, de calcário e adubos fosfatados, usando-se preferencialmente superfosfato simples, de acordo com os teores no solo. Em pomares com solos deficientes em boro (abaixo de 0,2 mg/dm3)e zinco(abaixo de 1,2 mg/dm3, é recomendado a aplicação de 1g de B e 2g de Zn por metro linear de sulco no plantio respectivamente nas formas de ácido bórico, bórax ou similar e sulfato de zinco ou outra fonte similar, podendo ambos, serem misturados e aplicados juntamente com o fertilizante fosfatado.

Adubação de formação

Inicia-se após o pegamento das mudas até a idade de cinco anos. As doses de adubos dependem da idade das plantas e dos teores de nutrientes revelados pela análise de solo. Exclusivamente para a variedade Valência, a partir do 3º ano, as doses de potássio são reduzidas em 20%, a fim de garantir melhor qualidade dos frutos. Pode ser utilizados fertilizantes simples, formulações comerciais ou ainda combinações de ambos, atentando que a aplicação de uréia em solo úmido seguido de período de estiagem de três ou mais dias, está sujeita à perdas de nitrogênio por volatilização da amônia. Não é recomendado a incorporação com gradagem devido ao excessivo corte de raízes.

Adubação de produção

A partir do sexto ano de idade, as recomendações podem também levar em consideração a variedade, produtividade esperada, teores de nutrientes no solo e nas folhas visando boas produções e qualidade dos frutos.

Épocas e parcelamento de adubação

A utilização dos fertilizantes pelos citros é melhorada com o parcelamento, onde estes são dispostos em quantidade e épocas favoráveis à absorção, preferencialmente quando houver umidade no solo (março e agosto) ou durante o ano todo em pomares irrigados.

Localização dos fertilizantes

Uma melhor eficiência da adubação é alcançada com a localização adequada dos fertilizantes em relação ao sistema radicular mais eficiente em absorção.

Adubação com micronutrientes

A aplicação dos micronutrientes boro, manganês e zinco nos citros serão feitas no solo e/ou via foliar. Normalmente o manganês e o zinco são aplicados via foliar (pulverização) e o boro via solo, onde tem evidenciado maior eficiência. Nas aplicações foliares a inclusão da uréia e cloreto de potássio funcionam como coadjuvantes na absorção dos micronutrientes. A época mais adequada para a adubação foliar é o período de vegetação das plantas, parcelando-se em 3 a 4 aplicações. Na fase de produção, a primeira aplicação ocorre na fase final do florescimento aproveitando o tratamento fitossanitário e a segunda no fluxo de vegetação de janeiro a fevereiro. Em pomares com sintomas intensos de B, aplicar no solo 2kg de B/ha, como ácido bórico, em duas aplicações anuais. De preferência, aplicar os micronutrientes após a floração de março/abril com o objetivo de evitar o desequilíbrio populacional do ácaro da ferrugem dos citros.

Adubação orgânica

A adubação orgânica é recomendada para citros e deve ser implementada, utilizando fonte e doses de orgânicos que não poluam o ambiente dos pomares.

Adubação verde

Os adubos verdes podem ser utilizados em pré e pós-plantio dos citros, dando preferência ao sistema de plantio direto, ficando o material cortado sobre a superfície do solo.

Aplicação de adubos

Nitrogênio

Em plantio a ser instalado, aplicar o nitrogênio orgânico na cova ou o mineral após o "pega" da muda. Em plantios em formação ou produção deve ser aplicado duas vezes ao ano, nos meses de março e agosto, ou no início e próximo ao fim das chuvas, em cobertura, na projeção da copa ou na entrelinha, fazendo posteriormente uma gradagem superficial para incorporação.

Fósforo

Em plantio a ser instalado, aplicar até 200g de superfosfato simples na cova. Havendo recomendação de maior dose, o restante deverá ser aplicado em cobertura, após a "pega" da muda.

Em pomar em formação ou produção, aplicar todo o fósforo em cobertura no mês de março ou início das chuvas, na projeção da copa ou na entrelinha, juntamente com o nitrogênio e/ou potássio.

Potássio

Em plantio a ser instalado, aplicar metade da dose recomendada, em cobertura, após a "pega" da muda, e o restante quatro meses após essa aplicação.

Nos pomares em formação ou produção, aplicar metade da dose recomendada, em cobertura, após a "pega" da muda, e o restante quatro meses após essa aplicação.

Nos pomares em formação ou produção, aplicar metade da dose em março e metade em agosto, ou no início e próximo ao fim das chuvas, juntamente com as doses de nitrogênio. Não é aconselhável usar potássio nos três primeiros anos de vida do pomar, quando o seu teor no solo for superior a 20 ppm.

 
Share
Download Free Designs http://bigtheme.net/ Free Websites Templates